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A inspiração é sobretudo portuguesa, embora o chef não tenha pruridos em cruzá-la com técnicas e sabores de outras latitudes. Instalado no Bairro dos Actores, o espaço apresenta-se com uma carta curta e dinâmica, vinhos menos previsíveis e um ambiente descontraído. Nas entradas, há amêijoas à Bulhão Pato ou gambinhas ao alho.
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- A porta mantém-se fechada, a mística do espaço conhecido pela discrição também, e o bife de lombo não perdeu nenhuma das características que fez do prato um dos mais badalados da cidade há já quatro décadas.
- Entre o restaurante, onde se destaca o esqueleto de um velociraptor, e o Delibar, com um balcão com 48 lugares, e a esplanada, há menus distintos, mas uma das mais-valias é o facto de tudo poder ser pedido em todo o lado.
- O aviso serve a quem esta informação poderá servir de entrave.
- É um espaço bem equipado para ver jogos de futebol – até tem uma zona para aliviar o stress, com um saco de boxe para dar uns socos.
A única decisão que tem de tomar é se escolhe entre o menu combo, que inclui três a quatro entradas, nove niguiris, dois rolls, sopa miso e sobremesa; ou o menu de niguiris, que é igual ao combo, mas não inclui as entradas. Com mais de 100 lugares, entre a elegante sala, o balcão e uma esplanada interior, o serviço é exemplar. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. Abriu praticamente sem sushi, mas os clientes que o conheciam de outras andanças estavam com tantas saudades que o chef reformulou a carta para incluir várias opções de sashimi, temaki, futomaki e oshizushi. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. No Rumi, as especialidades das cozinhas palestiniana e turca não se fundem – apenas convivem numa mesma e extensa carta, cheia de opções para partilhar.
Informação
Os pratos mudam todos os dias e raramente se repetem. A dupla criou um menu de almoço, com pratos do dia, sandes, saladas, quiches e sopa, que seduziu de imediato o bairro. Com uma carta curta, é o produto, quase sempre vindo de pequenos produtores, a ditar os pratos, sem artimanhas. Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada. A sala é elegante, o ambiente sofisticado e o serviço atento, com o chef a criar uma ligação genuína aos clientes. Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela.
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O restaurante deu à cidade de Bragança, um espaço que, de forma ousada, sabe misturar sabores locais com técnicas modernas, fazendo sempre prevalecer o produto e a região. A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. O projeto, cujo nome ainda não foi revelado, está neste momento em fase de contratação de talento, tanto para a equipa de sala como de cozinha, num processo de recrutamento gerido pela AHM, sendo esta uma das aberturas gastronómicas mais aguardadas pela região. Na sala de jantar ou na cozinha, a dupla dá a provar… A gastronomia brigantina continua a ser particularmente apreciada pelos visitantes espanhóis, que reconhecem a qualidade e autenticidade da cozinha local. Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder.
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O buffet serve, além da feijoada, uma porção de opções de saladas e beliscos, além de sobremesas com doces caseiros. Após a espera de 15 minutos pelas ementas e de mais 45 minutos pelos pratos, quando a sala estava apenas com meia lotação, todo o jantar foi uma sucessão de desilusões. A aposta em pratos que remetem para a cozinha de conforto é um dos seus maiores trunfos, atraindo quem procura sabores autênticos e porções generosas, longe das propostas mais modernas. Lugar agradável e espaçoso, atendimento muito bom, bem servido, carne saborosa, preços dos pratos 10 a 14 euros Nas sobremesas, a amêndoa, um produto característico da região, é a estrela, presente em criações como o bolo inglês e as queijadas. Com um horário de funcionamento alargado, que cobre almoços e jantares todos os dias da semana, o Tribuna atrai tanto locais como visitantes que procuram onde comer em Bragança.
Há bitoque exemplar, alheira com grelos, choco grelhado suculento e pratos do dia consistentes, como o apurado arroz de corvina ou a lagarada de choco. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos. Entre as opções há tomate, mole, manjericão; chicharro, ajo blanco; escabeche de perdiz; dourada grelhada com tomatada de mexilhão e batata doce; pica-pau; ou cachaço de porco confitado com guisado de feijão maduro.
Gelados bem servidos, muito saborosos, sem exagerar no açúcar, de qualidade, e com sabores fora do comum. Em algumas situações o espaço livre para circulação entre asvarias mesas dos diversos grupos… A entrada e a sobremesa estavam deliciosas. Cordeiro na brasa, estufado ou em caldeirada, a diversidade de propostas oferece um verdadeiro roteiro de sabores do Nordeste Transmontano. A qualidade das carnes de raças autóctones volta a estar em destaque nesta época de maior afluência turística à cidade. Bragança volta a celebrar a excelência da sua gastronomia local com mais uma edição da Semana Gastronómica do Cordeiro, uma iniciativa promovida pela Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança (ACISB).
Vinho, petiscos & conversa, "ingredientes" que não vão faltar à mesa!
Conheci também o senhor comendador Manuel Eduardo Vieira, o maior produtor de batata doce do mundo, que nos abre as portas da sua casa sempre que lá vamos. Acabei por fazer amizade com os irmãos Martins, os maiores produtores de leite do estado da Califórnia, e passei a lá ir todos os anos. Eu é que faço a gestão diária destas empresas. É o Marco https://tribunasportsbar.pt/ que faz a gestão destas empresas ou entrou apenas com o capital?